A Minha Escolha: Almira, a Moura Encantada, de Rute Canhoto

março 21, 2013

Em vez de fazer uma whishlist enorme, que ocuparia todo o espaço do blogue e mais algum, decidi criar este espaço, A Minha Escolha, para vos ir falando e divulgando as minhas escolhas de leitura e que espero um dia conseguir ler! Começamos com uma escritora portuguesa, a Rute Canhoto, que descobri esta semana e que já tem um livro que me chamou imenso a atenção!


Almira, a Moura Encantada,
de Rute Canhoto


Almira é uma jovem de 16 anos que vive em Lisboa e que leva uma vida normal como tantas outras raparigas da sua idade. No entanto, a rotina da sua vida que tanto adora é quebrada quando o pai praticamente a “arrasta” para Alcácer do Sal, num fim-de-semana de visita à sua avó.
O desalento que trouxe consigo nesta viagem vai transformar-se gradualmente em entusiasmo à medida que vai conhecendo o que de bom Alcácer tem para oferecer.
Almira vai ficar ainda mais surpresa e agradada quando a avó lhe conta que a origem do seu nome remonta à lenda da moura encantada do castelo de Alcácer, uma história plena de emoção e amores impossíveis cujo desenlace ultrapassa as barreiras do próprio tempo.

Na sua biografia, acerca deste livro Rute afirma o seguinte: "Além de glorificar a lenda do castelo de Alcácer, trata-se de um romance que homenageia a história do concelho, difundindo-a de uma forma lúdica e apelativa."

A mim cativou! E a vocês?

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2 comentários

  1. Obrigado! Não tinha visto este post. Espero que gostes do "Almira" e do "Perdidos". São géneros diferentes ;-)

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  2. Olá Rute!

    Não tens nada de agradecer :) Ainda não tive oportunidade de ler nenhum, mas assim que possa, não me escapam :)

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Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.