A Ler: O Despertar do Império, de Sam Barone

abril 14, 2013

Título: O Despertar do Império
Título Original: Dawn of Empire
Autor: Sam Barone
Editora: Editorial Estampa
Ano de Publicação: 2010
Número de Páginas: 528

O povo de Orak prezava muito a sua pequena e sossegada aldeia e a vida que havia construído. Embora não dominassem o arco e a espada, possuíam uma arma muito mais forte: a capacidade de fazerem a terra produzir alimento. É esta a razão porque o chefe bárbaro Thutmose-sin os odeia e receia. Enquanto o seu clã nómada de guerreiros sanguinários se prepara para a pilhagem e para a matança, o destino da aldeia depende do bárbaro proscrito Eskkar e da mulher que ele ama, a inteligente e bela escrava Trella - e de um ousado e notável plano de defesa nunca antes experimentado. Agora os que conheceram a paz têm de voltar as mãos para a guerra, para salvarem dos selvagens invasores não só as suas famílias mas o seu próprio modo de vida.

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1 comentários

Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.