A Minha Escolha: A Papisa Joana, de Donna Woolfolk Cross

abril 04, 2013


Personagem histórica envolta em lenda, a papisa Joana protagoniza a notável ascensão de uma mulher que não aceita as limitações que a sua época lhe impõe. Dotada de uma inteligência esclarecida e de uma imensa força de carácter, atinge o mais elevado grau da hierarquia religiosa católica. Apoiado numa investigação rigorosa, este é um romance magnífico, cativante, que prende o leitor nas complexidades da luta pelo poder, das conspirações e segredos políticos e dos fanatismos sangrentos. O livro que inspirou um grande filme épico realizado em 2010.

Já li este livro há uns aninhos atrás, e sei que na altura gostei imenso... portanto fica aqui como A Minha Escolha, pois adorava ter oportunidade de o reler!

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4 comentários

  1. Olá:)
    É uma escolha muito boa! É dos meus livros favoritos de sempre!

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  2. Só vi o filme e fiquei abismada com ele. Não estava à espera que fosse tão bom!
    O livro deve ser ainda melhor... :D

    Beijinhos e boas leituras!

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  3. Ois

    Sempre ouvi falar bem deste livro, está debaixo de olho ;)

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  4. Oi,

    Vim aqui te avisar, q te indiquei para receber uma tag,espero q goste!!! http://amandatrindadepalavrasaovento.blogspot.com.br/

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Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.