[Desafio Literário Maio] A Vingança de Joana D'Arc, de María Elena Cruz Varela - Sinopse

maio 01, 2013

A Vingança de Joana D'Arc

Título: A Vingança de Joana D'Arc
Título Original: Juana de Arco - El Corazón del Verdugo
Autora: María Elena Cruz Varela
Editora: Saída de Emergência
Ano de Publicação: 2007
Número de Páginas: 190


Vinte anos depois de Joana D'Arc ter ardido na fogueira, o Vaticano pediu uma revisão do processo que a sentenciou. O que descobre é uma macabra teia de mentiras tecida pelos mais altos poderes da Igreja. Poderes que ainda se mantêm na sombra e estão dispostos a tudo para ocultar a verdade... inclusive voltar a matar. E a verdade está num antigo manuscrito, um documento coberto de sangue... uma prova da santidade de Joana D'Arc.

A Vingança de Joana D'Arc é um romance repleto de suspense que nos arremessa para um final tão surpreendente quanto inesperado. Escrito de forma intimista e original, oferece uma nova visão através do olhar apaixonado de Maria Elena Cruz Varela, uma refugiada cubana que já foi candidata ao Prémio Nobel da Paz.

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.