Desafio 30 Dias, 30 Cartas - Balanço

junho 01, 2013


Pois é. O primeiro Desafio não-literário chegou ao fim, e posso dizer sinceramente que estou muito contente com o resultado! Apesar de não ter postado todos os dias, consegui escrever as 30 cartas mas, melhor do que isso, fico contente por ter conseguido escrever uma história à volta deste desafio, minimamente coerente! Espero que tenham gostado da pequena história que eu criei, e das personagens... O que me recorda, eu sou péssima a dar nomes a personagens, portanto o que decidi fazer foi dar nomes de acordo com nomes que me saltassem aos olhos na estante, todos na sua forma portuguesa... Por curiosidade, ficam aqui:

Rodrigo - Rodrigo Guedes de Carvalho
Eduardo - Eduardo Mendoza
Óscar - Oscar Wilde
Leonardo - Leonardo da Vinci
Vitória - Victoria Hislop
Denise - Dennis Lehane (tradução incorrecta, mas foi o que inspirou o nome)
Filipe - Philip Pullman
Germano - Germano Silva
Artur - Arturo Pérez-Reverte
Clara - Clara Pinto Correia
Emília - Emily Brontë
Daniel - Danielle Steel
Edgar - Edgar Allan Pöe

Penso não me ter esquecido de nenhum! Quis também deixar o final da história por decidir. Se lhe desse um final, seria demasiado... fatalista. Assim, tem o resultado que o leitor quer: ou o Irmão Edgar conta a verdade à polícia, ou decide ficar calado e deixar Rodrigo e Vitória viverem livremente o amor que tantos anos guardaram. Seja o que for que escolherem, por mim está bem. E, se tiverem um outro final alternativo, digam-me pelos comentários!

Brevemente começarei outro desafio... estejam atentos :)

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.