Booking Through Thursday #7

fevereiro 27, 2014


Depois de ter andado uma semana desaparecida, eis que retorna a rubrica Booking Through Thursday, desta vez com a seguinte pergunta:

FanFiction
O que achas de fanfiction? No geral, achas que é divertido ou uma ofensa aos mundos dos autores? Lês ou escreves alguma?

Sinceramente, não me recordo de alguma vez ter lido fanfiction, o monstro de sete cabeças que tanto divide leitores e escritores. Mas se calhar, porque nunca calhou. Não tenho nada contra, penso que é algo que pode ser divertido e um excelente exercício de escrita. Já considerei escrever uma, mas foi algo que nunca avançou, pois descobri mais tarde que o livro em questão tinha continuação na mente do autor, que ainda não estava publicada.
Não considero que seja uma ofensa ao que os diferentes escritores criam. Também não o vejo como propriamente um elogio, apenas como dar asas à imaginação. Nada contra, nada a favor. É uma coisa que anda por aí, e não me parece que possa haver muito a fazer para os que querem acabar com esta onda.

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.