Li até à Pág.100 #52

fevereiro 27, 2014

- A Dama do Cachorrinho e Outras Histórias -

Primeira frase da página 100:
"– Não a vi durante toda uma semana – continuou Stártsev."

Do que se trata o livro?
Tendo em conta que é um livro de contos, vou falar do que coincide com a página 100, que é o conto Iônytch. Este conto é acerca de um médico, que se apaixona pela filha de um casal muito talentosa, e da forma como os seus sentimentos em relação à rapariga evoluem.

O que está achando até agora?
Os primeiros contos não me convenceram de todo, mas agora já gosto mais deles. Já acabei de ler este Iônytch, e gostei muito da história. Apesar de os finais serem sempre um bocadinho estranhos.

O que está achando do protagonista?
O protagonista não é muito explorado, a ponto de o leitor conseguir criar algum tipo de empatia com ele. É uma personagem normal, não me dando motivos nem para amar nem para odiar.

Melhor quote até agora:
Nenhuma.

Vai continuar lendo?
Sim.

Última frase da página:
"Para quê isso?”"

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.