A Ler: A Guerra do Salavisa, de J.F. Matias - Sinopse

junho 15, 2014

A Guerra do Salavisa
Título: A Guerra do Salavisa
Autor: J.F. Matias
Editora: Marcador
Ano de Publicação: 2014
Número de Páginas: 268

Na alvorada do século XX, Joaquim Salavisa é um adolescente valente, boémio, engenhoso e pinga-amor, sem qualquer inclinação para os estudos, e que se desdobra em brincadeiras e partidas por toda a Lisboa. Aos 19 anos, um incidente rocambolesco corre mal e leva-o à prisão. Filho de boas famílias, o seu pai, para o safar do cárcere, alista-o no Corpo Expedicionário Português com destino à Flandres. Pensando livrá-lo depois através dos bons ofícios de um primo responsável pela mobilização. A mãe, porém, trata de que aconteça precisamente o contrário, na esperança de que a Grande Guerra faça o filho ganhar juízo e o torne um homem.

A Guerra do Salavisa conta as magníficas aventuras de um bom soldado português nas trincheiras da I Guerra Mundial. Um romance bem-humorado que retrata o esplendor de uma época que já não existe, e que exalta os valores do indivíduo, dos amigos inseparáveis e dos afetos.

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.