Li até à Pág.100 #68

junho 09, 2014

- Hemlock Grove -
Hemlock Grove

Primeira frase da página 100:
"Imediatamente depois de deixar Shelley, Roman deu a volta para desatrelar o reboque."

Do que se trata o livro?
Hemlock Grove conta a história de uma série de assassinatos na cidade com o mesmo nome, em que as vítimas, adolescentes, são encontradas mortas de uma forma bastante violenta. Os suspeitos são Peter Rumancek, um cigano que toda a gente acredita ser um lobisomem, e Roman Godfrey, herdeiro milionário cujo apelido criou a cidade. Entre estes dois nasce uma espécie de amizade improvável quando se juntam para tentar descobrir o verdadeiro assassino, com muitas peripécias no meio.

O que está achando até agora?
Já tinha visto a série (o que me levou a ler o livro), e estou a gostar muito.

O que está achando do protagonista?
Temos dois protagonistas, Peter e Roman, e eu adoro os dois. Confesso que tenho uma tendência maior para Roman, e o livro intensifica essa preferência, pois Peter afinal é um bocadinho mais parvo do que parecia quando vi a série.

Melhor quote até agora:
Nenhuma.

Vai continuar lendo?
Mal posso esperar por acabar de ler!

Última frase da página:
"– E então, foi legal o encontro no almoço?"

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2 comentários

  1. Olá Nádia!
    Comecei hoje a usar esta tua rubrica :) A ideia é super gira!
    Beijinhos e boas leituras

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Olá Kel ^^

      Já vi, mas ainda não tive oportunidade de comentar :) Mas a rubrica não é originalmente minha :P

      Beijinhos

      Eliminar

Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.