World Wide Livro #18: Locais de Trabalho

junho 28, 2014

Após uma semana com dores de dentes devido a um ciso que decidiu dar-me problemas, o Eu e o Bam está de volta com mais uma edição da rubrica World Wide Livro. Desta vez, é dedicada a espaços de trabalho de escritores que certamente poderão inspirar alguém, e como inspiração é coisa que não tem abundado por aqui... Espero que gostem!

Mark Twain
Mark Twain, author and humorist.

E.B. White
E.B. White, writer.

Roald Dahl
Roald Dahl, children's author.

Martin Amis
Martin Amis, novelist.

Adrian Tomine
Adrian Tomine, graphic novelist.

Virginia Woolf
Virginia Woolf, novelist.

Chip Kidd
Chip Kidd, book cover designer.

John Updike
John Updike, writer.

Colm Tóibín
Colm Tóibín, writer.

William Buckley
William Buckley, author and commentator.

Charlotte Brontë
Charlotte Bronte, novelist and poet.

Will Self
Will Self, writer.

Anne Sexton
Anne Sexton, poet.

Jane Austen
Jane Austen, novelist.

Rudyard Kipling
Rudyard Kipling, author.

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Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.