Os Melhores de... Julho

julho 31, 2014


Em Julho, finalmente terminei a leitura de As Brumas de Avalon! Sem palavras...

O Prisioneiro da Árvore, de Marion Zimmer Bradley
O Pequeno Herói, de Dostoievski

O capítulo final das Brumas não me desiludiu. Apesar de desejar que a história tomasse um rumo diferente, a escrita de Marion Zimmer Bradley é fantástica e a sua capacidade de contar histórias é notável. Já Dostoievski mais uma vez não me desiludiu, com um pequeno grande conto simples e no entanto fabuloso.
Este mês terminei também a leitura de A Guerra do Salavisa, e estou a meio de duas leituras, mas que ficarão para Agosto. E, assim sendo, mais uma vez a melhor leitura deste mês pertence a...

Marion Zimmer Bradley, claro!


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2 comentários

  1. :D

    Só podia ser eheheh

    Para mim tambem é fácil, só li Histórias dos Sete Reinos do George Martin :D

    Bjs

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    Respostas
    1. Este mês já vai ser diferente, mas vamos ver :)

      Beijinhos

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Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.