Li até à Pág.100 #71

agosto 27, 2014

- A Fúria dos Reis -

Primeira frase da página 100:
"[-Os livros importantes] costumavam ser copiados quando precisavam deles."

Do que se trata o livro?
A Fúria dos Reis - o nome não podia ser mais apropriado, pois é de facto uma guerra entre reis, agora que os reinos se dividem em batalhas e lealdades.

O que está achando até agora?
A cada livro que passa, tenho a sensação de gostar mais e mais da história.

O que está achando do protagonista?
Sinto que me estou a afastar cada vez mais de Catelyn, embora ainda a admire imenso. Penso que se está a perder na história... mas toda a casa Stark continua a ter o meu apoio! Pode ser que Sansa abra os olhinhos... e novamente, cada vez mais gosto de Daenerys, depois de tudo o que passou.

Melhor quote até agora:
Nenhuma.

Vai continuar lendo?
Claro que sim.

Última frase da página:
"O Velho Urso ia levar [gaiolas de corvos para que pudessem ir enviando notícias à medida que avançavam.]"

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.