Os Melhores de... Agosto

agosto 31, 2014


Mas será que eu estou a fazer bem as contas? Este mês tive a sensação de que li mais do que ultimamente, mas mesmo assim, quatro livros e mais uns bocados... Tendo em conta o tempo que tenho, sinto-me quase orgulhosa!

A Muralha de Gelo, Vol. I, de George R.R. Martin
A Muralha de Gelo, Vol. II, de George R.R. Martin
A Fúria dos Reis, Vol. I, de George R.R. Martin
A Dama de Espadas, de Puskine

Para além de ter terminado a leitura do livro D. Manuel II e D. Amélia, Cartas Inéditas do Exílio e de ter começado A Filha da Floresta, estes quatro livros li na íntegra este mês. Voltar a pegar nas Crónicas de Gelo e Fogo foi algo que devia ter feito há muito tempo atrás, mas pronto... Não esperava ficar tão viciada na série como estou. E conhecer outro vulto russo, Puskine, apesar de ter expectativas maiores, foi também bastante bom.

Assim sendo, o melhor de Agosto é...

A Muralha de Gelo, Vol. II, de George R.R. Martin

Foi este volume em específico que realmente me deixou verdadeiramente empolgada e ansiosa para ler e saber tudo o que ia acontecer. Portanto, para além de o considerar o melhor até agora, ganha este mês o título de a melhor leitura.

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.