Book Blogger Hop #14

novembro 19, 2014


À medida que o teu blogue vai crescendo, tornaste-te mais meticuloso no que postas ou nos livros que lês para depois comentares?

Mais ou menos. Tenho sem dúvida mais cuidado com o que escrevo, com algumas expressões que uso, mas nada demais. Por vezes quando leio coisas antigas do início do blogue, meto as mãos à cabeça e penso, "mas porque é que escrevi isto?". Também com o aspecto visual dos posts alterei um pouco, pois gosto de ter as coisas organizadas, e mantenho praticamente o mesmo modelo de há bastante tempo para cá.

Em relação aos livros, nunca. Continuo a ler o que quero e o que gosto, se bem que tenho noção que nalguns comentários não serei tão imparcial quanto deveria ser (como é no caso de Juliet Marillier, e outros autores que me preenchem as medidas).

E vocês, caso tenham blogues, como respondem ao BBH desta semana?

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Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.