Top Ten Tuesday #29

novembro 04, 2014

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10 livros a reler

Umas pessoas gostam de reler, outras nem tanto. Eu gosto, e por vezes preciso, até, de o fazer. Há livros que são especiais ou marcantes demais e a sua releitura torna-se quase obrigatória. Normalmente releio um livro simplesmente porque o adoro; por vezes, releio pois gostei tanto da primeira vez que o li, mas entretanto passaram-se uns anos, e a história escapa-me.

1. O Retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde (o livro que mais vezes li na vida).

2. A Insustentável Leveza do Ser, de Milan Kundera.

3. Os Livros de Vidro dos Devoradores de Sonhos, de Gordon Dahlquist.

4. Dracula, de Bram Stoker.

5. O Filho de Thor, de Juliet Marillier (e mais alguns...).

6. Filha do Sangue, de Anne Bishop (também mais alguns!).

7. O Hobbit, de Tolkien.

8. Carmilla, de Sheridan Le Fanu.

9. O Estranho Caso do Cão Morto, de Mark Haddon.

10. O Remédio, de Michelle Lovric.

Este TTT é muito fácil para mim... podia continuar por muitos, muitos títulos!
E vocês, costumam reler? Se sim, quais as vossas escolhas? E se não, porquê?

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1 comentários

  1. Ois,

    raramente releio um livro e havia muitos que o gostava de fazer, muito por falta de tempo, há sempre muito por ler e comentar :)

    Juliet Marillier, Martin, Hobb entre tantos outros, mas pronto fica para um dia :)

    Bjs

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Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.