Boas Festas...

dezembro 25, 2014

... e até para o ano!

Mas antes de me despedir em definitivo, uma pequena surpresa para vocês...

Lembram-se disto?


Um segundo vencedor será escolhido para receber um segundo prémio, que será o seguinte livro:


O regulamento é exactamente o mesmo - cliquem na imagem do passatempo em cima e podem verificar o que é preciso fazer - e, para clarificar, haverá dois vencedores: o primeiro levará os prémios O Meu Nome É... e Jonas Vai Morrer, e o segundo levará Fernando Pessoa - O Romance.

E com isto, queridos leitores... até para o ano!

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3 comentários

  1. Ois,

    Boas festas e que corra tudo bem, aproveita :D

    Bjs

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  2. Olá, te indiquei para uma tag, espero que goste e participe!

    Abraços, boas leituras e boa passagem de ano!

    http://blog-imaginacaodeumaleitora.blogspot.com.br/

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    Respostas
    1. Olá Amanda,

      Claro que sim, mal possa vou responder :)

      Obrigada! Um bom ano!

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Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.