365 Dias de Livros #3

janeiro 03, 2015

Hoje trago-vos mais um livro que me é muito querido e tem bastante aninhos já. Vocês devem conhecer a minha paixão por gatos, então há muitos Natais atrás a minha mãe ofereceu-me este livro, que eu li e reli vezes sem conta. Aliás, de vez em quando ainda vou lá dar uma espreitadela, embora hoje em dia use mais o Google. Mas depois as fotos dos gatinhos! Lindos!


Sobre gatos, e foi a minha mãe que me ofereceu. É claro que tem um lugar na prateleira dos preferidos :)


O livro está muito bem conseguido, com uma organização bastante eficaz e de fácil consulta. O aspecto gráfico é, claro, fantástico. Está dividido por capítulos e depois em cada capítulo há uma pergunta feita por um gato, com a devida resposta e explicação, assim como pequenos conselhos, dicas e outras informações sobre os bichanos.

Um livro obrigatório para quem gosta de gatos!

Lamento a qualidade das fotos, mas foram tiradas agora à noite, e de telemóvel, que eu não sei do cartão de memória da máquina...

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.