Book Blogger Hop #17

março 11, 2015


Consideras o título de um livro importante?

Sim, tendo em conta que o título e a capa são as primeiras coisas que me chamam a atenção quando vejo um livro novo. Se não gostar destes dois aspectos, então é pouco provável que vá pegar no livro e ler a sinopse.

Mas depois acontecem coisas assim:


Em que o título revela mais do que deveria. E isso é mesmo muito desagradável.

Como se não bastasse, há estas coisas:


Em que o título (e a capa, mas esse é outro assunto) me deixam curiosa mas depois o livro não vale mesmo nada.

Mas também há títulos... e títulos.


Resumindo, normalmente o título é para mim muito importante, quando se trata de algo que não conheço. Sim, sou daquelas pessoas que quer ler tudo e que meia dúzia de coisas bonitas na capa servem para me encantar. Eis alguns exemplos do que vos digo...


Entre muitos, muitos outros...

E para vocês, quão importante é o título de um livro?

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4 comentários

  1. Olá,

    Sem duvida então essa da Filha da Profecia rsrsrs

    Bjs

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  2. Olá,
    Como se diz: "Os olhos são os primeiros a comer". O titulo é importante mas o que me chama mais à atenção são as imagens e cores da capa. Odeio as capas ou jaket dos filmes.
    É claro que a capa não é tudo. Existem capas lindíssimas e a história é horrível e vice-versa.
    Beijinhos

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    Respostas
    1. Ora nem mais Tânia! Mas títulos chungosos com capas bonitas nem sempre me compram... mas às vezes acontece :P

      Beijinhos

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Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.