Book Blogger Hop #18

março 25, 2015


Lês mais em dias chuvosos ou em dias de bom tempo?

Por norma, tenho predilecção por dias chuvosos, sempre, para qualquer coisa. Mas tendo em conta que os meus horários de leitura se limitam a viagens de autocarro e hora de almoço, posso dizer que leio em quaisquer condições meteorológicas!

Por vezes chateia-me ler ao sol, pois o mais provável é estar com os olhos mais cerrados e isso dar-me sono. E ler ao som da chuva é sempre qualquer coisa... transcendental.

E vocês, como preferem ler?

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2 comentários

  1. Ois,

    Questão interessante, seja como for o ler mais ou menos tem vários fatores, se estou a gostar do livro, a disposição, mas respondendo diretamente, leio mais em dias soalheiros, gosto de ler na praia :)

    Bjs

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    Respostas
    1. Quando vi esta pergunta lembrei-me de ti, com tantas fotografias de praia e livros :P

      Beijinhos e bom Domingo!

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Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.