[Novidades] Marcador - Março

março 15, 2015

A CANÇÃO DOS MAORIS,
de SARAH LARK

ELAINE E KURA MOVEM-SE ENTRE AS SUAS RAÍZES BRITÂNICAS E O APELO AO POVO MAORI, FORJANDO O PRÓPRIO DESTINO ULTRAPASSANDO AS CIRCUNSTÂNCIAS DA VIDA NUMA TERRA PARADISÍACA.

Esta é a história de duas primas completamente diferentes, mas com uma coisa em comum: a sua força interior.

Kura com ascendência maori tem uma atitude diferente perante a vida e perante os homens, é muito mais despreocupada. O campo não lhe desperta qualquer interesse, apesar de ser herdeira da quinta do seu pai. O seu grande desejo é tornar-se uma grande cantora. Enquanto Elaine, herdou da sua avó, o carácter e o gosto pela criação de ovelhas e por passear a cavalo. Mas as suas escolhas amorosas recam sempre em homens errados, o que faz dela uma mulher desencantada.

A relação entre as duas mulheres não é a melhor porque Elaine inveja a beleza e a arte de sedução de Kura. Mas a vida dá muitas voltas e acabam por partilhar uma vida de luta e conquista numa pequena cidade mineira isolada do mundo.

À venda a partir de dia 17 de Março

PÁGINAS: 648 | PVP: 21,95€

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2 comentários

  1. Viva,

    Recomendo muito a leitura desta escritora, mal tenha oportunidade vou ler, do melhor que li este ano o seu primeiro volume e serio candidato a livro do ano ;)

    Bjs

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    Respostas
    1. Olha que os livros nunca me prenderam muito a atenção, se algum dia vier a ler esta autora é graças ao teu entusiasmo por ela :)

      Beijinhos

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Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.