Top Ten Tuesday #41

maio 05, 2015

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10 livros que provavelmente nunca irei ler

Há livros que só de pensar neles me fazem logo fugir, como por exemplo...

1. As 50 Sombras de Grey, de E.L. James (por motivos óbvios).
2. Moby Dick, de Herman Melville (o primeiro que me veio à cabeça, porque a história não me interessa minimamente).

E depois há autores que me arrepiam perante o pensamento de ler um livro seu - ou mais um livro seu.

3. Nicholas Sparks.
4. Danielle Steel.
5. Margarida Rebelo Pinto.

Por fim, há aquelas categorias em que se podem incluir todos os livros, pois nunca os irei ler.

6. Religiões.
7. História que não seja Europeia.
8. Direito, Economia, Matemática, etc. etc. etc.
9. Biografias de gente que não interessa a ninguém (como Biebers, Mileys, e todas essas panóplias. Aqui incluo também aqueles livros que ensinam as pessoas a virarem celebridades e esse tipo de coisas)

Os que falei anteriormente, não me arrependo de nenhum. Mas guardei para último ponto uma categoria que se estenderia por muitos mais números... os que nunca vou ler com grande pena minha.

10. As Crónicas de Narnia, de C.S. Lewis. Este foi apenas o primeiro exemplo que me lembrei, mas é certamente mais um dos livros que eu gostava muito de ler e que nunca o vou fazer.

E vocês, que livros nunca irão ler?

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.