Top Ten Tuesday #49

fevereiro 23, 2016

(Imagem daqui)

10 livros que tinha de comprar mas ainda estão à espera de serem lidos

O TTT desta semana é complicado demais e decidi ir buscar um bem antigo. O de hoje envolve zonas de conforto e ler fora delas, e isso é algo que eu raramente faço. Assim sendo, escolhi este tópico, bem a propósito de um post da Neuza do Mil Folhas que li há pouco tempo e adorei.

1. Belinda, de Anne Rice
2. Justine ou os Infortúnios da Virtude, do Marquês de Sade
3. A Luz, de Stephen King
4. Afinidades, de Sarah Waters
5. A Laranja Mecânica, de Anthony Burgess.
6. Filhos e Amantes, de D.H. Lawrence
7. O Outono em Pequim, de Boris Vian
8. Sangue-do-Coração, de Juliet Marillier
9. A Mãe, de Máximo Gorki
10. Athénais, a Amante de Luis XIV, de Lisa Hilton

O mais complicado? Escolher apenas 10 títulos...

E vocês, sofrem do mesmo problema?

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2 comentários

Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.