A Ler: A Maldição de Nero, de Paulo Manuel Jesus [Chiado]

março 10, 2016

A Maldição de Nero
Título: A Maldição de Nero
Autor: Paulo Manuel Jesus
Editora: Chiado Editora
Ano de Publicação: 2015
Número de Páginas: 550

O sol acabara de nascer em Roma, não testemunhando o seu último crime de madrugada.
Aos poucos, os alunos vão chegando à universidade. Manhã cedo, já o sol despontara trazendo outro belo dia de inverno, com a primavera já a bater à porta.
Santiago, Joana, Larissa, Roberto, Oliver, Yakin e Geena conversam descontraidamente no bar da universidade, aguardando pela chegada de Francesco. Chega Vicenzo, que saúda efusivamente todos, e dizendo:
-"Hoje vamos para o terreno, vamos tirar as teias de aranha dos livros.
Chega Paola. Totalmente recuperada quer fisicamente, quer espiritualmente. Na parte que lhe competia, o Doutor Zegna fez um bom trabalho.
Cumprimenta a todos deitando um olhar especial para Geena. Quem gosta não esquece, e Geena havia visitado Paola na noite anterior para se certificar que estava tudo bem.
Joana mostra-se particularmente ansiosa por esta nova etapa do programa.
Geena que repara no nervosismo de Joana sorri-lhe. - "Vai tudo correr bem!"

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.