PASSATEMPO DIA DO LIVRO

abril 23, 2016

Mas é claro que não podia deixar passar este dia em claro!

PASSATEMPO!!!!!

Prémios... babem-se!

Wook.pt - A EliteWook.pt - A Escolha

Wook.pt - Khadija, a Mulher de MaoméWook.pt - Fatima, a Filha de MaoméWook.pt - Aïcha, a Bem-Amada de Maomé


Tantos livrinhos *.*

Vamos às regras!

1. É obrigatório ser seguidor do Eu e o Bam aqui, ou pelo Facebook, aqui
2. É obrigatório ser seguidor das três editoras no Facebook: Marcador | Bizâncio | Chiado
3. Devem enviar um e-mail para o endereço eueobampassatempos@hotmail.com, com a indicação dos vossos nomes de seguidores

A atribuição dos prémios é conforme a ordem aqui mencionada: o primeiro vencedor ganha a trilogia da Kiera Cass; o segundo, a trilogia de Marek Halter e o terceiro, a série de Ana Luisa Matos.

O passatempo decorre até às 23h59 do dia 30 de Abril. Cada pessoa apenas pode participar uma vez, e, apesar da partilha não ser obrigatória, é sempre uma ajuda :)

Boa sorte a todos os participantes e divirtam-se neste Dia do Livro!

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5 comentários

Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.