World Wide Livro #38: Harry Potter visto por Voldemort

abril 09, 2016

Este ano está a ser um ano para todos recordamos o Harry Potter. Se, por um lado, em todo o mundo se sentiu a morte do Professor Snape, por outro estamos ansiosos pela nova história de J.K. Rowling. Talvez, por isso, quase todos os dias é fácil de encontrar artigos interessantes sobre o mundo dos feiticeiros. Hoje trago-vos as capas dos livros do ponto de vista de Voldemort.

***ATENÇÃO: ALGUMAS DAS CAPAS TÊM SPOILERS***

Voldemort e o ano que passei quase sem conseguir respirar, preso debaixo do raio de um turbante, enquanto vivia na parte de trás da cabeça de um gajo qualquer, o que é esta *****

Voldemort e o ano em que o diário que faz parte da minha alma foi esfaqueado pela ***** daquele miúdo Potter, a sério quais são as ***** das probabilidades

Voldemort e o ano em que não perdi nada da minha alma para o raio de uma criança, que sorte

Voldemort e o ano em que ressuscitei mas depois o ******* do mesmo miúdo da ***** foi mais esperto do que eu

Voldemort e o ano em que não consegui sequer roubar um ******* de um globo de neve, a sério

Voldemort e o ano em que consegui que o Snape matasse o Dumbledore porque eu não o fiz quando tive oportunidade porque sou uma desculpa patética para ser o semelhante ao Hitler mágico

Voldemort e o ano em que um bando de adolescentes assassinaram a minha alma, bocado a bocado, e enganaram-me de modo a atingir-me com a minha própria varinha


E então, qual a capa que gostaram mais? Eu nem consigo decidir!

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2 comentários

  1. Ahah estão todas muito boas, mas acho que as que gosto mais são a primeira e a quinta :)

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    1. Hahahaha eu também acho que a primeira está demais :D

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Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.