[TAG] Meio Ano de Leitura

julho 14, 2016

Vi esta TAG no blogue do autor Nuno Ferreira, que podem visitar aqui. Recordam-se do nome? Pois leiam aqui a opinião ao seu Espada que Sangra, muito recomendado. Vamos à TAG!

#1 A maior surpresa

Confissões de uma Suspeita de Assassínio (Teen Detective Series, #1)

Confissões de uma Suspeita de Assassino, de James Patterson. Não é o meu livro favorito do ano, mas tenho de o inserir aqui simplesmente porque não estava à espera de algo tão bom e viciante.

#2 O melhor final

A Caixa em Forma de Coração

A Caixa em Forma de Coração, de Joe Hill. As revelações finais são um dos pontos altos da história.

#3 A melhor saga

A Desconstrução de Mara Dyer (Mara Dyer, #1)A Evolução de Mara Dyer (Mara Dyer, #2)A Vingança de Mara Dyer (Mara Dyer, #3)

Trilogia Mara Dyer, de Michelle Hodkin. De longe! É claro que Sevenwaters também deu um ar de sua graça, mas ainda não a terminei. Logo, Mara Dyer. Ainda estou para escrever a opinião, o que não se está a revelar fácil, pois é simplesmente fantástica.

#4 O melhor livro

A Vidente de Sevenwaters (Sevenwaters, #5)

A surpresa não é muito grande quando tenho de escolher A Vidente de Sevenwaters, de Juliet Marillier. Os seus mundos são mágicos e as personagens apaixonantes - é impossível não a catapultar para os tops.

#5 A melhor BD

Lágrimas de Pedra (Favole #1)

Eu não costumo ler BD. Não por não gostar, mas mesmo por falta de oportunidade. Por acaso este ano li duas, mas tenho de escolher Lágrimas de Pedra, de Victoria Francés, simplesmente porque é um trabalho sublime.

#6 O mais bem humorado

Cabaret

Esta categoria é difícil, mas escolho Cabaret, de Lily Prior. A companheira de viagem de Freda continua a ser das personagens mais morbidamente divertidas de que me recordo.

#7 A maior desilusão

As Onze Mil Vergas

As Onze Mil Vergas, de Guillaume Apollinaire. Tanto tempo para ler este livro apenas para descobrir que é das piores coisas que alguma vez existiu na história da literatura.

#8 A melhor capa

A Desconstrução de Mara Dyer (Mara Dyer, #1)A Evolução de Mara Dyer (Mara Dyer, #2)A Vingança de Mara Dyer (Mara Dyer, #3)Lágrimas de Pedra (Favole #1)

É impossível escolher. Entre a Trilogia de Mara Dyer e Lágrimas de Pedra, é impossível.

#9 A pior capa

Duzentos Anos

Duzentos Anos, de Célia de Sousa. Acredito que podiam ter trabalhado em algo mais romântico do que uma capa laranja.

#10 A melhor composição gráfica

A Vidente de Sevenwaters (Sevenwaters, #5)

Infelizmente, não posso atribuir este prémio a nenhum livro. Não houve assim nenhum que me marcasse por este aspecto... se bem que a elegância de A Vidente de Sevenwaters (novamente) seja sempre agradável de ver.

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.