Top Ten Tuesday #57

agosto 09, 2016

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Top Ten Tuesday Rewind!
10 autores que foram um gateway para mim

O TTT de hoje é um que costumo fazer com alguma frequência: ir buscar TTT's antigos que não tenha feito :)

1. Juliet Marillier, claro. Definiu o meu gosto por fantasia e deixou a fasquia terrivelmente alta.
2. Shakespeare. Os primeiros contactos que tive com o autor deixaram-me bastante curiosa com algo mais do que prosa, e deixaram-me o bichinho pelos clássicos.
3. Oscar Wilde. O facto de adorar as suas palavras consolidou o meu gosto por clássicos, sempre com vontade de ler mais, e não torcer o nariz ao ouvir a designação clássico.
4. Agatha Christie. Não sou muito fã de policiais, mas a autora fez-me adorar os seus livros e a abrir-me um pouco mais a este género.

Há mais autores que me definiram enquanto leitora, mas mais nenhum desbravou caminhos como estes cinco.

E vocês, que autores é que serviram como porta de entrada para quem vocês são hoje como leitores? 

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.