Livros para Filmes - Halloween #18

outubro 18, 2016


Two Past Midnight: Secret Window, Secret Garden, de Stephen King - 1991
A Janela Secreta, de David Koepp - 2004

Two Past Midnight: Secret Window, Secret Garden

Mort Rainey é um escritor bem sucedido de livros comerciais que está em crise, enfrentando um conflito pessoal após o fim de seu casamento e da separação com sua esposa adúltera. Mort então decide isolar-se numa cabana à beira do lago Tashmore, em busca de tranquilidade. Não conseguindo escrever nada novo, sofrendo um embaraço criativo por causa da sua separação traumática com Amy, aproveita o tempo para descansar. Para complicação da circunstância, a aparente tranquilidade da cabana desaparece quando um místico homem, John Shoother, vindo de Mississipi, aparece inesperadamente e começa a atormentá-lo dizendo que Rainey se favoreceu do plágio de um de seus melhores contos que tinha escrito diversos anos antes, e que até o final foi modificado. Diante disso, o curioso homem agora está exigindo uma indemnização ou uma prova concreta do contrário num breve período de apenas três dias, pressionando de forma invasiva o escritor e demonstrando também possuir sinais de ser um sujeito mentalmente alterado e ameaçador.



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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.