Livros para Filmes - Halloween #17

outubro 17, 2016


Eu Sou a Lenda, de  Richard Matheson - 1954
Eu Sou a Lenda, de Francis Lawrence - 2007

Eu Sou a Lenda

Neville é o último homem vivo à face da Terra. Uma bactéria transformou toda a Humanidade em vampiros e a vida de Neville converteu-se numa arrepiante luta pela sobrevivência: todos os dias tem de sair da protecção da sua casa à procura de comida, água, bebidas, medicamentos, mas tem de voltar ao seu refúgio antes de anoitecer. Qualquer descuido, qualquer erro fará com que caia nas garras dos mortos-vivos...
Richard Matheson, autor de grandes obras como A Casa Infernal ou O Incrível Homem Quem Encolheu, todas elas adaptadas com grande êxito à sétima arte, definiu, em 1954, com Eu Sou a Lenda, o subgénero fantástico dos mortos-vivos, inspirando grandes clássicos como A Noite dos Mortos Vivos, de George A. Romero, e as adaptações O Último Homem na Terra protagonizada por Charlton Heston, ou a homónima Eu Sou a Lenda, protagonizada por Will Smith.

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.