Livros para Filmes - Halloween #27

outubro 27, 2016


The Ring: O Aviso, de Kōji Suzuki - 1991
O Aviso, de Gore Verbinski - 2002

The Ring: O AvisoO Aviso Poster

Numa noite em Tóquio quatro jovens morrem simultaneamente, vítimas de paragem cardíaca. O jornalista Asakawa começa a investigar este estranho caso e descobre que os quatro amigos viram juntos uma cassete de vídeo, uma semana antes de morrerem. Quando Asakawa vê essa cassete de vídeo, é avisado que também ele tem uma semana de vida a não ser que consiga decifrar a sua mensagem subliminar. A partir daí, solucionar este mistério torna-se absolutamente urgente e imprescindível.

The Ring - O Aviso é o livro que inspirou o filme de culto japonês Ringu, em 1998, e a versão americana de sucesso, The Ring, em 2002. Mesmo para quem já viu os dois filmes, a surpresa é garantida ao ler este livro, pois a sua adaptação ao cinema alterou as personagens e o final.


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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.