Livros para Filmes - Natal #2

dezembro 03, 2016


Como o Grinch Roubou o Natal, de Dr. Seuss - 1957
Grinch, de Ron Howard - 2010

Como o Grinch roubou o Natal

Encarnado por Jim Carrey no cinema, o Grinch é um dos personagens mais conhecidos de Dr. Seuss. Nervoso e emburrado, esse monstrinho não quer deixar as festas de fim de ano acontecerem: "O Grinch odiava o Natal! A véspera e toda aquela função! Por favor, não pergunte por quê. Ninguém sabe a razão. Talvez porque ele tivesse um parafuso a menos. Talvez, quem sabe, seus sapatos fossem muito pequenos. Mas eu acho que o motivo mais correto é que ele não tinha o coração do tamanho certo. Mas, qualquer que fosse a razão, os sapatos ou o coração, ele ficava, na noite natalícia, odiando  a confusão, olhando de sua caverna, com uma careta grinchenta e azeda, lá em baixo, na aldeia, as janelas acesas. Pois ele sabia que cada pessoa daquele povinho estava ocupado, pendurando enfeites de azevinho.

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.