Livros para Filmes - Natal #6

dezembro 11, 2016


The Christmas Blessing, de Donna VanLiere - 2003
The Christmas Blessing, de Karen Arthur - 2005

The Christmas Blessing (Christmas Hope, #2)

Em The Christmas Shoes, o pequeno Nathan Andrews era uma criança que perdeu a mãe para o cancro e cujo maior sonho era ser médico. Agora, ao estudar no terceiro ano de Medicina, Nathan apercebe-se que ainda há coisas por aprender acerca da fé, bençãos, e sacrifício. Lições que irá aprender com Meghan Sullivan, uma jovem mulher que nasceu com um buraco no coração e, mesmo assim, é campeã de corrida. E as lições aprendidas pelo pequeno Charlie, um rapaz que ensina a viver uma vida repleta de coragem. Juntos, ajudam Nathan a ultrapassar um dos períodos mais negros da sua vida. The Christmas Blessing é uma história inspiradora acerca da esperança que existe mesmo nos sítios mais escuros, e de como o amor é o melhor presente de todos.


You Might Also Like

0 comentários

Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.