Livros para Filmes - Natal #9

dezembro 17, 2016


Trading Christmas, de Debbie Macomber - 2011
Trading Christmas, de Michael Scott - 2011

Trading Christmas

Emily Springer, viúva, decide deixar a sua cidade Leavenworth, para passar o Natal com a sua filha em Boston.
Charles Brewster, professor de história e residente em Boston, quer evitar o Natal a todo o custo. Ele pensa que Leavenworth é o sítio ideal - excepto que ele está a pensar na cidade errada.
Através de um site, Charles e Emily trocam de casa durante a época natalícia. Assim, Emily vai para Boston - e descobre que a sua filha foi para a Flórida. E Charles chega a Leavenworth para descobrir que é a cidade errada - esta é a cidade do Natal, cheia de árvores de Natal, músicas de Natal... e elfos.
Entretanto, Faith Kerrigan, amiga de Emily, vai a sua casa visitá-la e encontra o rabugento Charles. E então o irmão de Charles, Ray, aparece em sua casa apenas para descobrir que é Emily quem lá está.
Através de todos os mal-entendidos, entre o caos e a confusão, o romance começa a nascer de formas inesperadas. Porque tudo muda no Natal.

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.