Top Ten Tuesday #65

fevereiro 21, 2017

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10 livros que eu gostei mais ou menos do que esperava

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1. Six of Crows, de Leigh Bardugo e
2. Crooked Kingdom. O primeiro foi uma das melhores leituras do ano passado. Estava reticente em entrar noutro mundo fantasiado, mas Ketterdam é simplesmente fantástica e Six of Crows foi uma surpresa enorme e muito bem-vinda. Já a sua continuação, Crooked Kingdom, eu já esperava gostar... mas fazer deste duo um dos melhores que eu alguma vez li, não estava nada à espera!

A Court of Thorns and Roses (A Court of Thorns and Roses, #1)Poe

3. A Court of Thorns and Roses, de Sarah J. Maas. Eu li este livro pouco tempo antes da autora ser publicada pela primeira vez em português através da Marcador, e fiquei completamente rendida. Não sabia o que esperar e fiquei uma fã mesmo die hard da escritora.
4. Poe, de J. Lincoln Fenn. Quem se lembra desta leitura? Marcou o meu primeiro Dewey's, e foi uma surpresa muito boa. Não esperava gostar tanto deste livro.

Sempre (Sempre, #1)A Noiva Bórgia

5. Sempre, de J.M. Darhower. Se não estou em erro, li este livro para a NetGalley, e o par amoroso deixou-me a suspirar, e ainda hoje suspiro por eles. Recordo-me deles com bastante carinho, e sem dúvida foi graças a Haven e Carmine que este livro foi tão importante para mim,
6. A Noiva Bórgia, de Jeanne Kalogridis. Eu li este livro depois de ler No Tempo das Fogueiras, mais por teimosia do que por outra coisa, uma vez que o das fogueiras não gostei nada. Tinha poucas expectativas para este mas adorei-o.

As Onze Mil VergasPara Todos os Garotos que Já Amei (Para Todos os Garotos que Já Amei, #1)

7. As Onze Mil Vergas, de Guillaume Apollinaire. Detestei, detestei, detestei. E eu a pensar que até ia gostar.
8. Para Todos os Garotos que Já Amei, de Jenny Han. Esperava outra história, o que me fez gostar menos deste livro do que aquilo que estava à espera.

Children of the CornThe Legeng of Sleepy Hollow

9. Children of the Corn, de Stephen King. Stephen King! E mesmo assim, não me caiu no goto.
10. The Legend of Sleepy Hollow, de Irving Washington. Eu gostava da versão romantizada da história, e esperava gostar da história original. Nem por isso...

E vocês, que livros vos surpreenderam, pela positiva ou pela negativa?

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.