Um Conto, Um Ponto #36: The Legend of Sleepy Hollow, de Irving Washington

fevereiro 19, 2017

The Legend of Sleepy Hollow
Título: The Legend of Sleepy Hollow
Autor: Irving Washington
Editora: -
Ano de Publicação: 1820

The Legend of Sleepy Hollow (traduzido como A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça (título em Portugal)) é um conto de Washington Irving incluído na colecção The Sketch Book of Geoffrey Crayon, Gent., escrita enquanto o autor vivia em Birmingham, Inglaterra. A primeira publicação foi em 1820. Ao lado da história de Rip Van Winkle, A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça é um dos contos mais antigos de ficção norte-americana que é lido até hoje.

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O segundo conto (e último, até agora) que li através do Serial Reads. Mal o vi, quis logo ler, pois a curiosidade à volta desta história era muita, e desconhecia, inclusive, que se tratava de uma história tão pequenina e baseada em folclore alemão.

Estava à espera de algo verdadeiramente terrorífico, e isso não aconteceu. Nem sei por onde começar. A história que conheço do Cavaleiro sem Cabeça, apesar de fiel a esta original, a romantizada que se conta por aí fez-me esperar uma coisa mais profunda, algo mais assustador, e não uma história destas. Foi uma grande desilusão, devo confessar.
Gostei, no entanto, de saber que as personagens de Ichabod Crane e Katrina, presentes na maravilhosa série de televisão Sleepy Hollow, vêm da história original - desconhecia por completo.

Aconselho a leitura apenas a título de curiosidade, para se saber ao certo como nasceu a história e a lenda.

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.