[Maratonas Literárias] A Novel Experience Read-a-Thon

abril 27, 2018

Esta maratona é muito, muito bonita. É em memória da Kerry, uma leitora que morreu muito jovem e agora uma das suas amigas criou este read-a-thon para nos lembrarmos de Kerry.


Data: 28 e 29 de Abril

Desafios: 

1. Ler um livro da TBR da Kerry
2. Ler um livro a que a Kerry tenha dado 4 ou 5 estrelas
3. Ler um livro enquanto usa algo turquesa (a cor favorita da Kerry)
4. Ler um livro à luz das velas.

Podem visitar o grupo do Goodreads aqui, onde cada desafio é explicado mais em detalhe.

Tendo em conta que amanhã é o Dewey's, eu vou escolher apenas um dos livros da Kerry, um a que tenha dado 4 ou 5 estrelas. Os desafios 3 e 4 provavelmente serão publicados através das redes sociais.

A Rainha Vermelha (A Rainha Vermelha, #1)

A Kerry deu ⭐⭐⭐⭐⭐ a este livro. Eu tinha-o começado ainda em Março e estava a gostar bastante, mas depois decidi deixá-lo precisamente para este fim-de-semana.

Alguém quer participar?

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Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.