[TAG] 20 Perguntas

abril 20, 2018

Resultado de imagem para 20 questions

Vi esta TAG no blogue Books & Munches, que podem visitar aqui. Achei interessante e algumas são diferentes, então traduzi e trago-vos hoje as minhas respostas a estas 20 perguntas.

1. Quantos livros são demasiados livros numa série?
Depende da série e se o material é para encher chouriços. A minha primeira resposta seria 5/6, depois lembrei-me d'As Crónicas Vampirescas que são 12 e As Jóias Negras que são 9 e são das minhas coisas favoritas de sempre, mas esses são diferentes, pois realmente há corpo para todas as histórias e os mundos são bem desenvolvidos. Portanto, 5 ou 6.

2. Como te sentes em relação aos cliffhangers?
Se tiver o outro livro para ler imediatamente a seguir, não me importo muito. Quando sei que por algum motivo não vou poder ler logo - ou porque não tenho o livro, ou porque não foi publicado, ou porque me comprometi com outras leituras, fico doente. Regra geral, não me mete confusão, pois é sempre uma boa maneira de manter o leitor preso à história.

3. Capa dura ou capa mole?
Capa mole, definitivamente. Embora as edições de capa dura normalmente sejam mais bonitas e fiquem lindíssimas nas estantes, estragam-se mais e estragar a lombada de um livro é matar-me. Portanto, capa mole.

4. Livro favorito?
Quem me segue já sabe quais os livros de topo e toda a gente que lê sabe que é quase impossível escolher apenas um. Mas vá, só para não fugir às regras da TAG, vou pelo A Filha da Floresta, de Juliet Marillier.

5. Livro que mais detestas?
Lail-Ah - O Divórcio de Deus, que durante muito tempo terá sempre a minha escolha para pior livro de sempre.

6. Triângulos amorosos, sim ou não?
Depende muito do contexto da história. Se for o típico rapaz-bom com rapaz-mau-que-afinal-é-bom com rapariga-totó e a narrativa ser estapafúrdia, então andar a encher páginas só para escolher um interesse amoroso não faz sentido nenhum. Leiam Sarah J. Maas e descubram como podem existir triângulos amorosos perfeitamente deliciosos.

7. O último livro que não conseguiste acabar?
Foi no ano passado, e foi o primeiro volume de Dexter, qualquer coisa como A Mão Esquerda de Deus ou assim.

8. Um livro que estás actualmente a ler?
Esta TAG está a ser escrita um mês certinho antes de ser publicada, portanto neste momento estou a ler Um de Nós Está Mentindo, de Karen McManus.

9. Último livro que recomendaste a alguém?
Foi na semana passada, se não estou em erro... acho que foi A Árvore da Mentira, de Frances Hardinge.

10. O livro mais antigo que leste (data de publicação)?
Frankenstein, que foi publicado pela primeira vez em 1818. O que li de Shakespeare, das duas uma: ou não era o livro inteiro ou eram versões adaptadas, portanto não acho que deva ficar aqui só para dizer que li um livro do século XVI.

11. O livro mais recente que leste (data de publicação)?
Acho que ainda não li nenhum de 2018, portanto um dos mais recentes é Todos os Caminhos, de Outubro de 2017.

12. Autor favorito?
Juliet Marillier, Anne Rice, Anne Bishop (e já estou a deixar muitos e importantes de fora!).

13. Comprar livros ou ler livros emprestados?
Comprar livros, sempre. Adoro olhar para as estantes e ver lá os meus meninos.

14. Um livro que não gostas e toda a gente parece gostar?
A Lua de Joana. Toda a gente com quem falo parece gostar muito desse livro e eu quando o li, na altura estaria talvez no 6º ano, simplesmente detestei.

15. Marcadores de livros ou fazer orelhas nas páginas?
Isso deveria dar castigo da pessoa nunca mais poder pegar num livro na vida. Marcadores de livros, claro! Nem que seja um talão de compras ou um bilhete de ir à Loja do Cidadão.

16. Um livro que possas sempre reler?
O Retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde.

17. Consegues ler enquanto ouves música?
Eu acho que consigo mas preferencialmente não. Gosto de ler em silêncio, quanto muito com a televisão baixinho como barulho de fundo, mas música não.

18. Um POV ou vários POV's?
Mais uma vez, depende da história. Há escritores que conseguem escrever sobre diferentes pontos de vista e torná-los únicos e nós sabemos quem está a falar naquele momento; e há outros cujas vozes não se distinguem e acabamos por nos perder no emaranhando de personagens desnecessariamente.

19. Lês um livro de uma única vez ou durante vários dias?
Gostaria muito de dizer que era de uma só vez mas a verdade é que normalmente demoro dias. Sobretudo porque eu adormeço muito facilmente a ler, por mais que lute para me manter acordada e por mais que esteja a gostar da leitura, por vezes nem 10 minutos consigo aguentar.

20. Um livro que leste por causa da capa?
Ui, tantos! Mas o último foi Tash e Tolstói, pois para além de ser uma das opções que eu tinha para escolher, parte da decisão foi por ter uma capa com muita cor branca e eu precisava disso para outro desafio.

Espero que tenham gostado de ler as minhas respostas e sintam-se à vontade para responderem também! Agora vou ler um bocadinho 😉

You Might Also Like

0 comentários

Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.