[Novidades] Saída de Emergência | Junho 2018

junho 02, 2018


Os livrinhos novos da Saída de Emergência para Junho irão agradar a gregos e troianos, com títulos para todos os gostos. Na ficção, A Última Mentira tem uma premissa interessante e deixou-me curiosa com a sua leitura - mas não está só. A Esposa Secreta (com os Romanov à mistura, quero tanto ler este livro!), A Fome e O Cavaleiro Misterioso, este último com a oferta de A Ironia e Sabedoria de Tyrion Lannister, completam esta parte do catálogo. Num registo mais sério, Farinha, Ziguezagues na Política e Os Robôs Querem o seu Emprego prometem. Escola de Espiões, um livro de exercícios para o cérebro, completa o leque que a editora nos traz este mês.

Quais é que estão em pulgas para ler? Definitivamente, A Esposa Secreta é o que mais me chama a atenção 😍 Alguns destes títulos ainda estão em pré-venda, mas basta carregarem nas imagens para serem redireccionados para o site da Saída de Emergência e lá terão todas as informações de cada livro.

You Might Also Like

0 comentários

Obrigada por comentares :)

Um livro é muito mais do que um volume transportável. Um livro é uma mala que levamos connosco quando vamos viajar, pois nele temos tudo o que precisamos. Um livro é mais do que um bem comercializável, é o orgulho de carregar a alma em palavras do seu autor. Um livro é mais do que um livro, ao fim e ao cabo. É o nosso pai e a nossa mãe quando se precisa, nunca esperando mais de nós mas sempre lá para nos dar uma lição. É mais do que um amigo, pois não nos julga, não nos faz perguntas; ouve o nosso interior e responde às questões que nem nós sabíamos que tínhamos cá dentro. Um livro é mais do que um amante, duro como a realidade: umas vezes sonhamos e deleitamo-nos nas suas folhas, outras deixamos dobradas, riscadas, magoadas, outras deixamos a um canto e nunca mais olhamos. Desperta em nós uma panóplia de sensações: o toque da capa, da folha; o cheiro das páginas; o prazer da beleza da capa, das letras. Um livro é mais do que isto tudo, e ainda mais do que isso. Porque com ele viajamos, sonhamos, vivemos, aprendemos, amamos, sentimos, choramos e rimos, tudo sem sair do sítio. E uma façanha destas, vinda de algo tão pequeno e tão frágil, é quase comovente.